Publicado 17/05/2021 - 17h31 - Atualizado 17/05/2021 - 17h31

Por Agência Estado

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que novo lote com insumos farmacêuticos para a produção de vacinas contra a covid-19 deve chegar ao Brasil na quarta-feira, 26, da semana que vem

Divulgação/ Governo do Estado de SP

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que novo lote com insumos farmacêuticos para a produção de vacinas contra a covid-19 deve chegar ao Brasil na quarta-feira, 26, da semana que vem

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou nesta segunda-feira que os lotes do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) que chegarão da China nos dias 22 e 29 deste mês serão suficientes para a entrega de 12 milhões de doses da vacina contra a covid-19 Oxford/AstraZeneca. Além disso, a entidade estima a entrega de mais 18 milhões de unidades do imunizante até meados de junho.
O secretário-executivo do Ministério da Saúde Rodrigo Cruz afirmou nesta segunda-feira, em Comissão Mista do Senado, que o governo chinês já teria autorizado o embarque dos lotes.
Em visita às instalações da Fiocruz no período da manhã, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou a estrutura capacitada para produzir vacinas com tecnologia totalmente nacional, prevista para acontecer ainda neste mês. "É a esperança para a população e para pôr fim à pandemia", declarou.
Doria anuncia previsão da chegada de insumos vacinais para o dia 26
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que novo lote com insumos farmacêuticos para a produção de vacinas contra a covid-19 deve chegar ao Brasil na quarta-feira, 26, da semana que vem. Pelo Twitter, o governador afirmou que o lote, com 4 mil litros de insumos, será suficiente para a produção de 7 milhões de doses da vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan contra o novo coronavírus.
A entrega estava prevista para ser anunciada no último dia 7, porém foi adiada por mais de uma semana.
Para Doria, a demora estaria relacionada às declarações e ataques do presidente Jair Bolsonaro contra a China.
O retardo na exportação preocupava autoridades brasileiras pois poderia impactar a aplicação da segunda dose das vacinas e, com isso, reduzir a eficácia do imunizante em proteger contra a covid-19.
Pelo Twitter, o governador classificou o anúncio como uma "boa notícia".

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