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Funcionários públicos em greve se reúnem na Prefeitura


Cerca de 500 servidores públicos de Campinas promovem protesto contra o descaso e sucateamento do serviço público na cidade


14/05/2012 - 09h54 . Atualizada em 14/05/2012 - 11h50
Douglas Fonseca   DO PORTAL RAC  
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Manifestantes carrgam faixa de protesto durante passeata
(Foto: Dorinaldo Oliveira/Portal RAC)

 A paralisação dos funcionários públicos que teve início no último sábado (12) alcançou seu ápice na manhã desta segunda-feira (14). Cerca de 500 servidores de vários cargos do funcionalismo público se dirigem ao Paço municipal para uma manifestação que reivindica um aumento salarial, melhores condições de trabalho e um protesto contra o sucateamento do serviço público.

De acordo com o coordenador do Sindicato dos Funcionários Públicos, Marionaldo Maciel, o protesto tem como objetivo alertar a população sobre o a política de sucateamento e falta de estrutura de Campinas para o trabalho dos servidores. Em relação à área da Saúde, Marionaldo é categórico ao afirmar que 'a área da Saúde tem uma peculiaridade, o Hospital Mário Gatti é o símbolo do descaso e sucateamento do serviço público, mas por lei temos que atender o serviço de emergência e urgência que está sendo cumprido' disse.

Marionaldo afirmou que os Postos de Saúde de Campinas atendem da mesma forma que o Hospital Mário Gatti, somente emergência e urgência e prestam o serviço referente a campanha de vacinação que está sendo cumprida normalmente.

Uma passeata estava prevista para ter início às 10h00 desta segunda pelas vias entorno à Prefeitura , no entanto, a chuva que cai em Campinas impediu a mobilização dos manifestantes. Ainda de acordo com Marionaldo Maciel, a passeata irá acontecer somente após a melhoria do tempo. 'Nós vamos aguardar a estiagem da chuva para uma mobilização. Não queremos causar um caos maior do que o necessário e pensamos na segurança dos manifestantes que podem escorregar com o asfalto molhado' afirmou.

Educação

A greve também atinge as escolas municipais de Campinas. Na Emei Dr Manoel Affonso Ferreira, na Vila Teixeira, das oito professoras apenas uma trabalha na manhã de hoje.

Na Emef Padre Domingos Zatti, no Parque Fazendinha, a adesão foi total e nenhum dos 21 funcionários apareceram para trabalhar. A direção da escola acredita que a adesão também será total nos períodos da tarde e noite, afetando 530 alunos. A Secretaria Municipal de Educação informou que o balanço parcial da greve deverá sair apenas no final da manhã desta segunda-feira.

Com informações do repórter Felipe Tonon