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Um festival de cores e beleza no Bosque dos Jequitibás


O repórter-fotográfico Edu Fortes, do Grupo RAC, conseguiu capturar em uma série de fotografias que integram a exposição que será aberta amanhã em Campinas


20/05/2012 - 09h55 . Atualizada em 20/05/2012 - 09h59
Agência Anhanguera de Notícias    
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(Foto: Edu Fortes/AAN)

A beleza dos animais do Bosque dos Jequitibás segue intocada, mesmo com a crise administrativa que o parque atravessa. Reconhecido como zoológico pelo Ibama em 1995, o Bosque recebe mais de um milhão de visitantes por ano. Mas o lugar tem problemas e passa por uma série de reformas. O piso do lago principal está sendo refeito depois que uma série de vazamentos causou transtornos em vários pontos. Além disso, usuários reclamam de falhas na infraestrutura, na segurança e na manutenção até dos recintos dos animais. 

E foi exatamente essa beleza que o repórter-fotográfico Edu Fortes, do Grupo RAC, conseguiu capturar em uma série de fotografias que integram a exposição Bosque dos Jequitibás, que será aberta amanhã em Campinas e retrata a diversidade de um dos parques públicos mais conhecidos e um dos mais antigos cartões-postais da cidade. 

Ele esteve no local dez vezes para conseguir as imagens. Nele vivem centenas de espécies de animais. Algumas mais chamativas, como felinos e o hipopótamo, e outras que convivem, quase anônimas, como coadjuvantes das estrelas principais — casos de tartarugas, corujas e até as antas.
 
“Mas esses animais menos procurados pelos visitantes possuem beleza. Uma beleza que está exatamente na simplicidade”, afirma o repórter-fotográfico.
 
A exposição tem 20 fotos e será aberta amanhã na Praça Felipe Selhi, na região central de Campinas. O local, que já foi conhecido como Praça Quebra-Ossos, ganhou o nome de um adolescente morto no Centro, por um morador de rua, durante uma tentativa de assalto em 2010.
 
A mostra tem apoio da Prefeitura e marca o aniversário de um ano da revitalização da praça. Depois de um dia no local, a mostra vai para o Bosque, onde ficará até a próxima sexta-feira exposta em uma área próxima ao lago principal. 

A única imagem da exposição que não é de um animal que vive no Bosque é de onça-suçuarana. Mesmo assim, essa onça tem uma relação com o parque campineiro, já que ela foi tratada pelos profissionais do local antes de ser solta. 

Edu Fortes é jornalista formado e trabalha na RAC há quatro anos. Tem como hobby fotografar animais desde a adolescência. A partir de 2008, anualmente viaja para a região de cerrado e caatinga nos Estados de Goiás e Tocantins.